Operação Ianque desarticula quadrilha especializada em furtos e roubos a propriedades rurais na região
04.07.2025
Delegacia Rural de Guaxupé deflagrou nesta semana a "Operação Ianque".A Delegacia Rural de Guaxupé deflagrou nesta semana a "Operação Ianque", que resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de integrarem uma quadrilha especializada em crimes contra propriedades rurais. A ação é fruto de 12 meses de investigação e faz parte do programa Campo Seguro, do 18º Departamento da Polícia Civil de Poços de Caldas.
Os mandados de prisão foram cumpridos em três cidades diferentes: dois homens foram presos em Franca (SP), um em Campos Altos e outro em Rio Paranaíba, ambas no Alto Paranaíba, em Minas Gerais.
As investigações apontam que os suspeitos estavam envolvidos em crimes ocorridos no ano passado, incluindo furtos e roubos a duas fazendas em Nova Resende e Bom Jesus da Penha, com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão aos produtores.
O delegado Manoel Nora, que atua na Delegacia de Nova Resende e também é responsável pela Delegacia Rural da regional de Guaxupé, explicou que a investigação teve início após o furto de 110 sacas de café especial em um barracão no distrito da Petúnia.
A partir disso, os investigadores chegaram até Campos Altos e Rio Paranaíba, onde foram localizados dois homens apontados como líderes do grupo. Segundo o delegado, um deles é dono de uma transportadora e o outro, produtor rural e fazendeiro.
Além dos quatro presos, um quinto integrante segue foragido. Trata-se de um homem de Ribeirão Preto (SP), com cerca de dez mandados de prisão em aberto.
A Polícia Civil acredita que o grupo possa estar envolvido em outros crimes na região, com o mesmo modus operandi. O delegado explicou que os elementos reunidos nos autos do inquérito serão compartilhados com outras delegacias que investigam casos semelhantes.
Segundo Manoel Nora, o período da colheita é especialmente sensível para a segurança no campo. O delegado alerta que o café, diferentemente de outros bens furtados, pode ser vendido pelo preço cheio do mercado, o que o torna um alvo atrativo para quadrilhas organizadas.
A apreensão de caminhões e caminhonetes usados pela quadrilha representa, segundo o delegado, um duro golpe nas ações do grupo.
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