Projeto universitário instala ecobarreira no Rio Mandu para conter lixo e conscientizar população em Pouso Alegre
10.06.2025
Estrutura simples feita com galões plásticos retém resíduos.Estrutura simples feita com galões plásticos retém resíduos, alerta moradores e envolve estudantes e escoteiros em ações de preservação ambiental.
Um amontoado de galões plásticos no meio do Rio Mandu, em Pouso Alegre (MG), pode até parecer lixo à primeira vista, mas na verdade é uma ferramenta importante de preservação ambiental.
A ecobarreira tem a função de reter resíduos descartados no rio e também atua como alerta visual para conscientizar a população sobre a importância do descarte correto do lixo.
Ela foi instalada por um grupo do curso de Medicina Veterinária de uma universidade da cidade e contou com a participação de estudantes e escoteiros, que também realizaram o plantio de espécies nativas às margens do rio.
"Essas plantas ficam na beira do rio, a gente chama de mananciais, que dá a importância e a sobrevivência do rio. Porque sem essas plantas, sem essas árvores que vão crescendo, o rio perde a sua vida", explica o assistente chefe da Tropa Sênior de Escoteiro, Octávio Meyer, em entrevista à EPTV, afiliada à Rede Globo.
Iniciativa de conscientização e preservação já é realidade em outras regiões
Experiências semelhantes já foram realizadas em outras regiões do país, como no Rio Sapucaí e em cidades do Sul, com resultados positivos na redução de lixo em cursos d’água.
"Isso modifica a visão que as pessoas têm sobre a importância da reciclagem e também da limpeza. Aquela questão básica de educação simples, do lixo ser jogado no cesto de lixo, aumentando a qualidade de vida da população", aponta Alexandre Thomé, professor de medicina veterinária.
O lixo reciclável acumulado na ecobarreira deve ser recolhido toda semana pela associação de catadores de Pouso Alegre, enquanto os resíduos não recicláveis, como sacolas plásticas e folhas, serão retirados pela prefeitura e destinados ao aterro sanitário licenciado da cidade.
"As ações ambientais têm que cumprir o tripé da sustentabilidade. Ela tem que ser economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente aceita", concluiu Thaís Ribeiro, superintendente de Planejamento Urbano de Pouso Alegre.
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